terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Identidade real




  "No ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Judá, veio Nabucodonosor, rei da Babilônia, a Jerusalém e a sitiou (...) Disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, tanto da linhagem real como dos nobres (...) para assistirem no palácio do rei e lhes ensinasse a cultura e a língua dos caldeus." Daniel 1: 1 a 4

Estive no retiro espiritual promovido durante os feriados num lindo lugar no campo.
Num dos sermões, cujo conteúdo geral era sobre o filme "Até o último homem", história sobre um soldado cristão que defendeu durante a guerra os seus princípios, o pastor mencionou a história de Daniel e de seus amigos hebreus que foram levados à Babilônia.
O rei pretendeu mudar a identidade deles, começando por mudar seus nomes, que tinham sido atribuídos lembrando a ligação deles com o verdadeiro Deus, e aplicando-lhes nomes babilônios e dedicados a divindades pagãs.
Mas o rei da Babilônia não conseguiu mudar a identidade desses jovens, que firmemente se mantiveram ligados a seus ideais e Deus cuidou da vida deles.
A nosso redor, a mídia oferece, mesmo longe destes três dias, festas,  bebidas e drogas embriagadoras, cores e ritmos inebriantes e prazeres fáceis. É uma tentação que se apresenta ao jovem cristão.É um apelo à mudança de identidade.
Há, de outro lado, vida saudável, paz, tranquilidade, noites de sono, alegria verdadeira na vida cristã. Queremos jovens e adultos fiéis à sua identidade e vivendo momentos felizes agora e durante todos os dias de sua vida. 




 

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

O Senhor que cura

"E foram até Jesus grandes multidões levando coxos, aleijados, cegos, mudos e muitos outros doentes, que eram colocados aos seus pés. E ele curou todos." Mateus 15:30

Lendo o livro de Mateus,  a ênfase que encontramos é para a vida e ensinos de Jesus. 
Os milagres registrados são a cura de cegos, de paralíticos, de surdos-mudos e mesmo de pessoas endemoniadas.
São curadas crianças,  mulheres, homens, pessoas idosas, judeus e também há milagres registrados com gentios, estrangeiros. A mão de Jesus se estende sobre todos.
As pessoas louvavam a Deus pelos milagres. 
Não obstante alguns não acreditavam no poder divino do Mestre. Jesus chamou-os "homens sem  fé". 
A mão de Jesus ainda está estendida para nós e pode curar nossa vida. Ele pode restaurar-nos e afastar de nós o mal do corpo ou da alma. Pode restaurar nossa família, nossa confiança, também nossa fé.
Podemos ainda pedir os milagres de Jesus, falando com o Mestre. Senhor, dá-nos fé e cura-nos!

sábado, 27 de janeiro de 2018

Terra de Beulá

"Nunca mais a chamarão de Abandonada, e a sua terra não será mais chamada de Arrasada. Você será chamada de Minha querida e a sua terra, de Minha Esposa." Pois o Senhor está contente com você e a sua terra será a esposa dele." Isaías 62:4

No momento de louvor hoje a congregação cantou o hino Terra de Beulá e fiquei curiosa para saber o que significaria este termo, embora no contexto da letra eu pudesse ter deduzido que se tratava de um lugar de bênção.
Após pesquisar, descobri que o termo se origina no hebraico e se relaciona a uma mulher casada e protegida em contraste com a mulher abandonada e sem proteção. 
O profeta referia-se ao povo hebreu que haveria de retornar a sua terra, cruzando novamente o rio Jordão e entrando em Canaã e em Jerusalém, após retornar do cativeiro em terra estranha. No hebraico, Beulá relaciona-se com o casamento e felicidade e Shemamá, ao abandono e tristeza. Jerusalém não seria mais "Shemamá" - assolada - e sim "Terra de Beulá" - causada.
Diz o hino religioso: "Lá distante a tempestade ruge sobre o mundo; Dúvidas, temores grassam em todo lugar,Mas estou bem firme na Palavra de meu Deus, Pois habito em Terra de Beulá."
Conforme a Bíblia, a entrada no céu ou na Jerusalém celestial  é comparada ao casamento de Deus com sua igreja. Vem daí a metáfora apresentada neste hino.
Por outro lado, a vida do cristão, sentindo-se protegido por Deus, é realmente uma vida abençoada e nos sentimos amparados nos braços do Senhor.

Podemos aqui ouvir a melodia e a letra do hino mencionado.



 

domingo, 14 de janeiro de 2018

Por um ano mais

"Mas o empregado respondeu: - Patrão, deixe a figueira ficar mais este ano. Eu vou afofar a terra em volta dela e pôr bastante adubo." Lucas 13:8

Visitando a igreja em Porto Alegre, ouvi o pregador, que falou sobre a parábola da figueira estéril. 
Havia uma figueira plantada no meio do parreiral. Consta que a terra onde se plantam as parreiras é muito mais tratada do que aquela onde se plantam as figueiras. Assim, aquela árvore estava sendo honrada em estar num terreno nobre e o dono da vinha preocupava-se com ela, tanto que pelo terceiro ano foi verificar se tinha figos.
Lembro-me de quando tinha uma chácara. Na época do plantio, todo fim de semana ia verificar se havia nascido alguma plantinha de milho, ou quanto havia crescido, ou se havia espigas. Chacareiros são assim.
Mas, na parábola, pelo terceiro ano não havia figos, o que exasperou o fazendeiro. O empregado, entretanto, intercedeu: - Deixe mais um ano e eu me esforçarei para que a figueira tenha oportunidade de frutificar.
Esta mensagem  aplica-se a mais um início de ano: temos oportunidade de produzir bom fruto neste ano.  Graças a Deus, temos vida e saúde e oportunidade de estudar a Palavra de Deus e de frequentar um templo e ouvir sermões, temos também irmãos a nossa volta que nos apoiam e outros a quem podemos ajudar de alguma forma. Por mais um ano, Deus nos dá essas e outras bênçãos para que nossa vida produza bons frutos. Ao final do ano, poderemos meditar no ano de 2018. 
Quero ser uma figueira frutífera!



domingo, 31 de dezembro de 2017

De eternidade em eternidade

"Bendito és tu, Senhor Deus de Israel, nosso pai, de eternidade em eternidade." I Crônicas 29:10

Contamos nosso tempo em dias, meses, estações, anos.  Nosso Deus é eterno e o tempo na eternidade não se conta.
No entanto, o Senhor nos conhece, acompanha e sabe de nossa necessidade de medir o tempo para acompanhar a passagem da vida.
Podemos confiar na eternidade de Deus e no seu amorável olhar para seus filhos.
Podemos saber que nossas preces de agradecimento pelo que passou e nossos rogos pelo Ano Novo serão ouvidos pelo Pai e aceitos. Ele nos responderá, sorrirá para nós através de suas bênçãos.
Nós talvez olhemos para o céu e cheguemos a retribuir o sorriso, agradecendo a resposta favorável do Senhor. Talvez - e muitas vezes isso acontece - não percebamos seu olhar para nós e não esbocemos uma oração como sinal de que somos gratos.
O Senhor, na eternidade, sorrirá novamente e continuará nos abençoando.

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

A pequena Belém

"E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade." Miqueias 5:2
 
Sigo um programa de leitura da Bíblia. Hoje de manhã o capítulo lido foi  do profeta Miqueias, capítulo 5. 
A mensagem, providencialmente,  é  ligada ao dia de hoje. Menciona a pequena cidade onde nasceu Jesus.
Ouvi neste fim de semana o pastor apresentando uma mensagem sobre o Natal. Explicou que, na época do nascimento de Jesus, não havia hotéis como hoje. Havia pequenas hospedarias, que tinham funções múltiplas e nem todas respeitáveis. Por isso Jesus recomendou no seu ministério que os discípulos procurassem a hospitalidade dos amigos e não as hospedarias.
As pessoas costumavam hospedar-se nas casas dos familiares e amigos. Nas casas, havia um terceiro andar, espécie de terraço coberto, onde os visitantes podiam dormir. Como José e Maria tinham ido se alistar na cidade de onde se originava a família, ali havia parentes próximos. Como Maria estava grávida, não tinham ido no nono mês da gestação mas algum tempo antes. Por que não se hospedaram no terraço destinado aos hóspedes? Nas casas havia também no térreo o lugar onde ficavam os pequenos animais, como ovelhas e vacas. Há possibilidade de que ali tivessem hospedado uma mulher solteira, noiva de José, cuja gravidez não era para as pessoas muito clara. Assim, Jesus foi rejeitado mesmo antes de nascer.
O Bebê, nascido numa pequena cidade, no lugar em que ficavam os animais, envolto em panos, era  o Rei que veio para nos trazer a paz com Deus e cujo reino será eterno. 
Hoje é dia de lembrar de humildade, de amor, de salvação e de esperança. É o Natal de Jesus! Vamos nos alegrar com a mensagem do Nascimento do Menino na pequena Belém.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Por amor

"Porque vocês já conhecem o grande amor do nosso Senhor Jesus Cristo: ele era rico, mas, por amor de vocês, ele se tornou pobre a fim de que vocês se tornassem ricos por meio da pobreza dele." II Coríntios 8:9

Quando Jesus nasceu como Bebê neste mundo, o cenário que o recebeu foi o do aposento onde dormiam os animais. A palha que eles comiam foi transformada num bercinho para receber o Salvador. Havia algum balido de ovelha e talvez um mugido de vaca ao fundo.
Maria não tinha um enxoval e envolveu o Menino em panos.
Quando juvenil, Jesus ajudava José na marcenaria e, quando adulto, não tinha uma casa, mas aceitava a hospitalidade das pessoas. E a sepultura que guardou Seu corpo por um fim de semana era a de um homem rico que a ofereceu aos discípulos.
Mas Ele é Deus e Rei dos reis e viveu a pobreza porque nos ama e quer nos dar a oportunidade de viver um dia com Ele no céu e na terra renovada. Por isso, o seguidor de Jesus é um servo; oferece o serviço cristão em benefício do semelhante, esse é o serviço de amor de que fala o evangelho.