segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Nosso Pai Celestial

 
"Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas?" Mateus 6:26
 

Lendo este versículo na reflexão do dia seguinte ao Dia dos Pais, imagino os passarinhos voando no céu nestes dias frios e secos, procurando água para matar a sede, procurando abrigo. No entanto, eles não parecem preocupados no momento em que escuto seu canto todas as manhãs. 

A  Bíblia se refere a Deus como nosso Pai. Por certo os pais se esforçam para manter seus filhos  alimentados e seguros. Assim nosso Pai se preocupa conosco. Ele dá valor a cada um de nós. Falou e deu atenção a mulheres e a crianças, numa sociedade em que não eram contadas. Valorizou um pequeno pastor de ovelhas, cuja aparência não impressionava, tornando-o rei. Cuidou de um rapaz vendido como escravo pelos irmãos, que se tornou governador do Egito.

Conheço uma pessoa que por algumas circunstâncias ficou desempregada e com uma família numerosa para prover o alimento. Contudo, ela crê em Deus, tem muita fé e ora sempre. Sei que acredita verdadeiramente na guia e cuidado do Senhor. De alguma forma, tem sido suprida sua alimentação e habitação, de modo que, embora tenha nos últimos anos desenvolvido uma ocupação informal, sua família não tem passado necessidades quanto à alimentação e vestuário e mora numa casa cedida, simples, porém com o conforto necessário para abrigar a todos, próximo ao local onde trabalha. 

Admiro as pessoas que têm uma fé genuína. O Pai do céu nos cuida como às aves. Basta confiarmos no cuidado que nos dá. Somos seus filhos e ele nos conhece. Diz a Bíblia que o Senhor nos conhece desde antes do nascimento e nos acompanha com cuidado. Entreguemo-nos ao cuidado do Pai. 

sábado, 18 de julho de 2020

Sem um templo


"Não vi templo na cidade (...)"

Estamos vivendo num tempo em que as reuniões são on line, louvamos e ouvimos mensagens bíblicas através da internet.
O Apóstolo João viu um lugar em que não há templo, mas em que o louvor e a adoração permanecem eternos.
Diz Apocalipse 21:
"Não vi templo na cidade, pois o seu templo é o Senhor Deus, o Todo Poderoso, e o Cordeiro. A cidade não precisa de sol nem de lua para a iluminarem, pois a glória de Deus brilha sobre ela, e o Cordeiro é o seu candelabro. Os povos do mundo andarão na luz dela, e os reis da terra vão lhe trazer as suas riquezas. Os portões da cidade estarão sempre abertos o dia inteiro. Não se fecharão porque ali não haverá noite (...)"
Linda cidade de Deus, a nova Jerusalém, lugar de luz, onde brilha a glória de Deus.
Diz mais adiante o texto:
"Porém nela não entrará nada que seja impuro (...) Entrarão na cidade somente as pessoas que têm o seu nome escrito no Livro da Vida, o qual pertence ao Cordeiro."
Na Bíblia está a promessa de que Jesus levará seu povo para esse lugar quando vier em glória com miríades de anjos.
Que bom termos essas promessas. Quero na volta de Jesus participar de seu cumprimento.

domingo, 12 de julho de 2020

Como um herói no seu caminho

                               

"Neles pôs uma tenda para o sol, o qual é qual noivo que sai do seu tálamo e se alegra como um herói a seguir o seu caminho". Salmos 19:5

A Bíblia apresenta livros históricos, livros proféticos e livros poéticos. O livro de  Salmos reúne composições poéticas que eram utilizadas para louvor a Deus. Até hoje alguns compositores inspiram-se nesse livro para criar músicas de louvor.
Este Salmo 19 louva a Deus como supremo Criador, revelado através da sua criação: "O céu anuncia a glória de Deus e nos mostra aquilo que as suas mãos fizeram" e num momento cita o sol, numa linda figura de linguagem, comparando-o ao noivo que sai alegre de sua tenda para encontrar sua noiva e também ao herói rápido a seguir o seu caminho. 
O sol mostra a glória de Deus no amanhecer e no seu curso ao longo do dia até chegar ao fim de seu caminho diário no entardecer. Criado por Deus,  revela tanto brilho que não podemos acompanhar com nossos olhos. Mas é apenas um pequeno reflexo da glória do Senhor. Mostra também que Deus é Senhor do tempo e os astros obedecem sua palavra, marcando o decorrer dos dias e das noites. 
Gosto de observar e registrar o amanhecer em vários dias e a cada dia esse momento mostra uma beleza diferente. Também assim no entardecer, que observo em algumas ocasiões, como ontem.
O sol, refletindo sua luz no lago, ao entardecer, é tão brilhante que não percebemos a olho nu as cores que produz. Entretanto, ao fotografar, ficam registrados belos efeitos dos raios.
Assim, não podemos ver o Criador, mas observamos na natureza vestígios da Sua glória e grandeza.


sábado, 4 de julho de 2020

Bem-aventurados


"Bem-aventurados os que ouvem a Palavra do Senhor e a guardam." Lucas11:28

A cada semana a orquestra de nossa igreja, liderada pelo maestro Samuel, recebe (cada instrumentista em sua casa) a partitura da música que será apresentada no próximo sábado como ofertório na igreja da região do Gama, aqui em Brasília.
Nesta semana a música se inspira no versículo acima.
Desde a Antiguidade está registrada para nós a Palavra de Deus. Ele inspirou os escritores de sessenta e seis livros que foram consolidados na Bíblia atual. São histórias dos patriarcas, dos profetas, são poemas, conselhos, que estão registrados para nos guiarem nesta vida.
Muitos são os que conhecem a Bíblia, e até a têm num local de destaque em sua sala, alguns a leem, mas o versículo diz que serão abençoados os que ouvem e guardam a Palavra.
É importante termos a Palavra no coração, nas palavras e nas ações. Essa Palavra guardada abençoará nossa vida.
Fiquem com a música "Bem-aventurados".







quarta-feira, 1 de julho de 2020

Salmo de louvor

"

"Tudo quanto tem fôlego louvai ao Senhor!" Salmos 150

Na leitura da manhã deste primeiro dia de julho, o Salmo 150, último do livro que reúne canções religiosas judaicas, nos convida a louvar.
O louvor, na canção, inclui música instrumental de muitos  instrumentos , alegria e ação de graças.  É um fechamento com um alegre chamado à gratidão e ao cântico. 
Esta é a primeira manhã do segundo semestre do ano num ano em que notícias surpreendentes e ameaçadoras nos surpreendem. 
O fato de poder dar louvor neste momento é um motivo de gratidão. 
Por isso, no primeiro dia do mês que é também o de meu aniversário rendo graças a Deus e digo também Louvai ao Senhor". 
Em meio à tempestade, porém com paz no coração, louvemos Seu santo nome! 

sábado, 6 de junho de 2020

Os olhos ao alto


Sempre lemos um capítulo da Bíblia por dia e nesta semana lemos alguns Salmos. Foi uma sequência de Salmos chamados Cânticos dos Degraus ou Canção de peregrinos, como diz outra versão. Os Salmos são hinos religiosos e estes eram cantados tradicionalmente pelos peregrinos que subiam em direção a Jerusalém.
Era uma subida, de Jericó, local mais baixo do que o mar, até Jerusalém, numa altitude bem maior que o mar. Em Jerusalém ficava o templo dos hebreus, onde prestavam adoração por ocasião das datas religiosas anuais, também chamadas festas religiosas.
Lemos os Salmos 121 a 125, todos com essa mesma classificação.
O Salmo 121 tenho memorizado, porque orávamos com essas palavras antes de viajar, desde a infância, uma tradição passada por minha mãe.
Ele inicia com as palavras: "Olho para os montes e pergunto: De onde virá o meu socorro? O meu socorro vem do Senhor Deus, que fez o céu e a terra."
No Salmo 122, lemos: "Fiquei alegre quando me disseram - vamos à casa do Senhor."
No Salmo 123, novamente está a ideia de olhar para cima: "Ó Senhor Deus, levanto os olhos a ti, que tens o trono no céu."
O Salmo 124 afirma: "Que teria acontecido, se o Senhor Deus não estivesse do nosso lado? (...) Demos graças ao Senhor, que não deixou que os nossos inimigos nos destruíssem."
O Salmo 125 menciona as montanhas, como o 121: "Como as montanhas estão em volta de Jerusalém, assim o Senhor está ao redor do seu povo, agora e sempre."
São Salmos que lembram a alegria do povo de Deus ao se dirigir para a adoração ao templo e a segurança em lembrar do Senhor como Aquele que nos guarda e protege.
Bom recordá-los na semana em que em muitas cidades do Brasil os templos reabrem e neles se ouvem novamente os cânticos de louvor. O período de perigo em que estamos ainda não passou, mas muitos fiéis estão tendo a alegria de congregar. Ainda não estamos indo à igreja, pois pertencemos ao grupo de risco, mas, como nestes Salmos se canta, podemos louvar a Deus por poder adorá-lo, mesmo de nossa casa e por ter segurança no Senhor Criador dos céus e da terra, que habita no céu mas que também se encontra conosco.

sábado, 30 de maio de 2020

A cura das nações

Nesta semana fiz algumas leituras bíblicas sobre a criação, seguindo um manual de estudos. Há  textos que mencionam a criação em toda a Bíblia.
Um texto me chamou a atenção em Apocalipse, o último livro da Bíblia. No capítulo 22, último capítulo do livro sagrado, no versículo 2, lê-se, em referência à Cidade Santa: " No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos."
Hoje há muitos cientistas pesquisando um remédio para a pandemia que nos assola. Por certo serão inspirados por Deus e continuarão seus estudos e a cura virá.
Mas o último capítulo do último livro da Bíblia nos chama a atenção para a cura final, para a restauração final da humanidade, quando for levada ao céu com Deus, após a segunda vinda de Jesus.
Nunca mais uma doença ou a morte assolará o mundo, porque poderemos então voltar a provar da árvore da vida que Gênesis, o primeiro livro da Bíblia relata ter existido no Éden, antes do pecado.
A vida será então eterna, para os salvos, porque eles experimentaram a salvação em Jesus e alcançaram o novo Paraíso, onde está a Árvore da Vida. Esta será a cura final para as nações.